A política não se faz individualmente, e não deve ser pautada nas aspirações de um só individuo, mas sim no coletivo, e por esse motivo existem os partidos. Muito embora os partidos políticos sejam objeto de muitas criticas em nossa sociedade, criticas em sua maioria justas, não existe, hoje, uma formula melhor de organização política e governo, que não seja através da democracia e dos partidos políticos, isso é fato. No entanto para que o individual não prevaleça sobre o coletivo, cabe à militância de cada partido através do debate de ideias, decidir sobre que rumo o coletivo deve tomar, uma vez decidido, todos aqueles que fazem parte deste partido devem respeitar a soberana decisão da maioria. Tudo isso, apenas para reforçar o entendimento de que, DEPUTADO, vereador ou quem quer que seja NÃO DEVE arbitrariamente se posicionar desrespeitando a autonomia de cada diretório. Dentro desta argumentação, enfatizo: Como pode alguém eleito por um partido se posicionar publicamente contra uma decisão da maioria? Companheiros estes, que inclusive muito contribuíram para que o mandato deste deputado fosse possível! Acredito que o mandato pertence ao partido, e por tanto deve respeitar as diretrizes e decisões do mesmo. Encerro o meu desabafo com a seguinte reflexão, se o individuo não respeita as decisões do partido que em que se elegeu, será que respeita o voto do eleitor? Não vou citar nomes, isso não se refere apenas a um caso isolado, mas serve de reflexão pra todo político que age colocando os seus interesses acima do desejo da coletividade.
POR DETERMINAÇÃO JUDICIAL
A PÁGINA
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FOI RETIRADA DO AR!
Posição do Conselheiro Tutelar, Cleyton Carlucho, vereador 2016 em função do discurso do deputado Manassés.
A política não se faz individualmente, e não deve ser pautada nas aspirações de um só individuo, mas sim no coletivo, e por esse motivo existem os partidos. Muito embora os partidos políticos sejam objeto de muitas criticas em nossa sociedade, criticas em sua maioria justas, não existe, hoje, uma formula melhor de organização política e governo, que não seja através da democracia e dos partidos políticos, isso é fato. No entanto para que o individual não prevaleça sobre o coletivo, cabe à militância de cada partido através do debate de ideias, decidir sobre que rumo o coletivo deve tomar, uma vez decidido, todos aqueles que fazem parte deste partido devem respeitar a soberana decisão da maioria. Tudo isso, apenas para reforçar o entendimento de que, DEPUTADO, vereador ou quem quer que seja NÃO DEVE arbitrariamente se posicionar desrespeitando a autonomia de cada diretório. Dentro desta argumentação, enfatizo: Como pode alguém eleito por um partido se posicionar publicamente contra uma decisão da maioria? Companheiros estes, que inclusive muito contribuíram para que o mandato deste deputado fosse possível! Acredito que o mandato pertence ao partido, e por tanto deve respeitar as diretrizes e decisões do mesmo. Encerro o meu desabafo com a seguinte reflexão, se o individuo não respeita as decisões do partido que em que se elegeu, será que respeita o voto do eleitor? Não vou citar nomes, isso não se refere apenas a um caso isolado, mas serve de reflexão pra todo político que age colocando os seus interesses acima do desejo da coletividade.
