
Foto: Acervo pessoal
Uma democracia só sobrevive e, o mais importante, só atinge sua plenitude com a participação dos cidadãos. Todavia, é importante diferenciar dois tipos de cidadãos que convivem na mesma sociedade: os cidadãos ativos e os cidadãos passivos.
Os cidadãos ativos são aqueles que participam das discussões e ações dos distintos Poderes Públicos, por vezes mesmo sem serem provocados. Por outro lado, os cidadãos passivos são aqueles que preocupam-se pura e exclusivamente com a sua individualidade e o seu imediatismo existencial, a vida em sociedade pouco importa, pois o centro das suas atenções é apenas sua própria vida, seu cotidiano.
O cenário brasileiro, tem explicação na história. O Estado brasileiro foi criado primeiro do que a sociedade, muito embora esta já existisse. Portanto, justifica-se a dependência dos cidadãos frente às ações do Estado, a transferência de responsabilidades destes cidadãos ao Estado e a comodidade/passividade crescente, ao invés da tentativa de alterar tal fluxo futuro.
Os cidadãos ativos são aqueles que participam das discussões e ações dos distintos Poderes Públicos, por vezes mesmo sem serem provocados. Por outro lado, os cidadãos passivos são aqueles que preocupam-se pura e exclusivamente com a sua individualidade e o seu imediatismo existencial, a vida em sociedade pouco importa, pois o centro das suas atenções é apenas sua própria vida, seu cotidiano.
O cenário brasileiro, tem explicação na história. O Estado brasileiro foi criado primeiro do que a sociedade, muito embora esta já existisse. Portanto, justifica-se a dependência dos cidadãos frente às ações do Estado, a transferência de responsabilidades destes cidadãos ao Estado e a comodidade/passividade crescente, ao invés da tentativa de alterar tal fluxo futuro.