POR DETERMINAÇÃO JUDICIAL

A PÁGINA


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FOI RETIRADA DO AR!

Lauro de Freitas em 2016 não mais terá eleição pra´diretor e vice de suas unidades escolares. Está na hora de mudar !


A ASPROLF vai se movimentar, usar do ' jus esperniandis ', mas tudo indica que a Câmara de Vereadores receberá do Executivo e deverá  votar uma nova Lei revogando a tal ELEIÇÃO para DIRETOR E VICE das unidades escolares. A ASPROLF tem Waldir candidato à VEREADOR, que quer uma cadeira a qualquer custo e claro os edis derrubando esta LEI ainda este ano em 2016 todos os DIRETORES e os VICE serão nomeados pelo prefeito. E quem indicará os novos ' donos ' das escolas e em  ano de eleição ? Os edis, claro. Atraso, retrocesso, disputa  de poder, tudo juntos, mas quem está dentro não quer sair e quem olha quer comer do delicioso bolo de chocolate com lentilhas que é a politica institucional. O prefeito vai pra reeleição e sabe que o jogo da ASPROLF não é só de melhorar a vida dos profissionais da educação. É, sim, de achar que pode tirar e eleger prefeito haja vista a posição de seus dirigentes nas redes sociais e no cotidiano de Lauro City. Por outro lado os dirigentes escolares, concursados, moram em Salvador, Camaçari, no diabo a quatro, em sua quase totalidade e vem aqui levar nosso ' dinherim ' e viver a vida em outras plagas. Está na hora de mudar ! Vida que segue

Politizar ou não? 
A eleição direta para a diretoria das escolas apresenta muitas vantagens, mas pesam sobre ela também algumas críticas. Uma delas é o risco da ¿partidarização¿ das escolas. Isso ocorre quando os candidatos à eleição, em vez de discutir questões pedagógicas, levam para dentro dos muros da escola suas posições políticas, fazendo desse espaço um campo de batalha ideológico. "Por isso, as escolas devem prever em seus estatutos eleitorais que as campanhas das chapas não direcionem a votos pessoais ou partidários, mas às propostas de ação apresentadas", afirma Paro. "O que não se pode imaginar é que a escola seja um local apolítico."