Imagem usada nas mensagens que sugerem relação corrupta entre poder executivo e vereadores de Lauro de Freitas
Circulou nessa sexta-feira (20/03), nas redes sociais como whatsapp e facebook, mensagens onde é sugerido que um vereador da Câmara de Vereadores da cidade, autor de várias críticas ao gestor municipal Márcio Paiva, teria tempos atrás exigido do prefeito Márcio Paiva o valor de R$ 60 mil (sessenta mil reais), para aprovação de projetos apresentados pelo executivo municipal. Outro ponto enfatizado nas mensagens é que o edil, seria evangélico e membro da bancada evangélica do legislativo.
A Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas(PMLF), ante o conteúdo que sugere corrupção passiva, e do mau estar causado no meio político, em especial entre os edis e junto à comunidade evangélica da cidade, a PMLF emitiu nota oficial para esclarecimentos sobre o assunto.
Nota de Esclarecimento:
Com relação às mensagens postadas através das redes sociais informando que o prefeito do Município de Lauro de Freitas, Márcio Paiva, estaria negociando apoio político de vereadores do município mediante oferta de dinheiro, a Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas (PMLF) vem a público informar que as citações são inverídicas e levianas e que a gestão Márcio Paiva não compactua com a prática de ilegalidades à frente do Município, muito menos autoriza qualquer que seja a pessoa ou instituição a falar em seu nome.
No intuito de por a fim qualquer tentativa de eventuais aproveitadores e adversários políticos em desconstruir a relação entre os Poderes Legislativo e Executivo, sempre pautada na independência e harmonia entre as esferas e amparada pela legalidade, ratificamos o empenho no fortalecimento da relação respeitosa com o Poder Legislativo, dentro dos limites constitucionais.
Ainda, cabe registrar o apreço especial do Prefeito com a comunidade evangélica local, manifestado em inúmeras oportunidades durante os primeiros dois anos e dois meses de gestão, que por se só são capazes de repelir quaisquer acusações e insinuações dirigidas a comunidade evangélica e a seus legítimos representantes.
Fonte: AGECOM-PMLF.
