POR DETERMINAÇÃO JUDICIAL

A PÁGINA


www.ladislauleal.com.br


FOI RETIRADA DO AR!

O AMOR FILIAL


Quando falamos do amor somos levados aos primórdios da existência humana, a razão do existir, viver plenamente e o gosto pela vida, sem amor não há salvação. Falando de amor nos leva a observar as relações de intimidade filial entre a mãe e filhos pela via da convivência santa e fraterna, a um amor incondicional e vice-versa. A Mulher gera no seu ventre um Ser que o alimenta, acaricia afagada, amamenta acalenta, se dar ao sofrimento para vê-lo nascer, é capaz de experimentar a até dor do calvário pela sua salvação. Este é o modelo de amor que transcende a qualquer afirmação teórica sobre a questão. E, quem buscar analisá-lo esgota todo conhecimento sem definir sua dimensão, ele vai muito além da razão. A mulher deve permanecer como esta fonte de amor eterno, ágape e filial, fortalecida, protegida e orientada.

Os questionamentos dos pais sobre a diferença do amor dos filhos porá com eles em relação à mãe, não coloca em duvida este amor filial que se estende a todos da relação humana, o que não credencia ao pai merecer no mesmo grau de sentimento em relação à mulher mãe.
O Pai não é reconhecido nem na fase da geração, nem nos primeiros anos de vida da criança, é a mãe quem o credencia junto ao filho (a) como participante do processo, é ela quem facilita o reconhecimento de pai. O amor do filho e filha para com o pai é condicional, depende de sua participação no momento da concepção até os primeiro anos de nascidos. A participação é pequena, apenas no momento de uma relação de amor Eros, fornece o sêmen em período fértil da mulher que gera um Ser e lhe  estabelece uma relação efetiva e afetiva entre ambos, e uma comunicação que só ela tem o entendimento.

O homem neste processo fica como expectador, e mesmo com presença constante não lhe faz herdeiro de nenhum privilégio na relação de amor, mas com a mãe isto é visível. Com passar do tempo o homem é inserido no processo de convivência, proximidade e parceria com a mãe, a fim de ser identificado pela criança e adquirir a condição de herói, protetor, amigo e provedor.

Embora o amor filial transite entre todos na relação familiar, não há porque negar a intensidade do amor dos filhos pela mãe e a mesma intensidade da mãe para com os filhos, verdadeira cumplicidade. Se numa tomada de decisão dos filhos com relação dos pais, onde os dois estiverem certos, ou os dois estiverem errados, eles dirão: Papai,  nos desculpe ficamos com mamãe.  
Portanto, o Amor é filial, mas o sentimento foge a razão.


AlonarFilgueiras@bol.com.br