
Eliminado na quarta fase do WQS, líder do ranking explica que se poupou para não atrapalhar caminhada em busca do inédito título mundial para o Brasil no surfe
- A onda de Pipe é pesada, tubular e difícil de surfar, mas isso ajuda a não pensar no que está acontecendo lá fora, os jornalistas, o público na areia. Você esquece tudo e pensa só na onda. Não dá para ficar pensando nas coisas ao redor porque é uma onda perigosa, e você pode se machucar. Vou treinar e levar uns caldos. Estou preparado.
Líder do ranking mundial, Medina é o único que depende apenas de si para ser campeão do mundo e escrever o seu nome na história do surfe brasileiro. Na briga pelo caneco, estão duas feras, o tricampeão mundial Mick Fanning, sua maior ameaça, e o americano Kelly Slater, dono de títulos mundiais.
A praia de Pipeline é uma das mais perigosas do mundo. Com ondas perfeitas e tubulares, com um fundo de pedra e coral, a "Meca" do surfe exige concentração, afinal, um erro pode ser fatal. Perito nos tubos, Gabriel contou que o perigo ajuda a afastar a pressão.
O QUE MEDINA PRECISA PARA SER CAMPEÃO
- Se Medina perder na segunda (25º) ou na terceira fase (13º) em Pipeline, precisa torcer para Slater não vencer a etapa, e Fanning não chegar às semifinais. Caso Fanning pare nas quartas, os dois farão uma bateria homem a homem para decidir o caneco.
- Se perder na quinta fase (9º), tem que torcer para Mick não chegar à final.
- Se perder nas quartas (5º) ou nas semis (3º), tem que torcer para Mick não vencer a etapa.
- Se chegar à final, conquista o título, independentemente do resultado de Mick.
- Se perder na quinta fase (9º), tem que torcer para Mick não chegar à final.
- Se perder nas quartas (5º) ou nas semis (3º), tem que torcer para Mick não vencer a etapa.
- Se chegar à final, conquista o título, independentemente do resultado de Mick.
Fonte: G1