
Um cruzeiro pode ser muito mais do que uma viagem de navio. Pode promover encontros com fadas, princesas e ratinhos, cachorros e patos falantes, café da manhã no luxuoso palácio da Cinderela e até te colocar no meio de uma batalha entre o capitão Jack Sparrow e outros piratas do Caribe.
Experiências mágicas como essas, que fazem os olhos de pessoas de todas as idades brilharem como os de crianças - e os dos pequenos, claro, cintilarem como nunca -, são os principais diferenciais dos Cruzeiros da Disney pelos mares do mundo.
A Disney Cruise Line convidou A TARDE para viajar no Disney Dream, navio que tem roteiros de três e quatro noites nas Bahamas (no mar do Caribe), com paradas em Nassau (capital do país) e Castaway Cay (ilha privada da companhia).
Com saída de Porto Canaveral (Flórida, EUA), a menos de uma hora de Orlando, o passeio é uma ótima opção tanto para quem quer explorar novas possibilidades da Disney, quanto para os que buscam dias de descanso após a maratona dos parques de diversão e de compras nos outlets.
Com saída de Porto Canaveral (Flórida, EUA), a menos de uma hora de Orlando, o passeio é uma ótima opção tanto para quem quer explorar novas possibilidades da Disney, quanto para os que buscam dias de descanso após a maratona dos parques de diversão e de compras nos outlets.
O cruzeiro funciona em sistema all inclusive (exceto bebidas alcoólicas) e os pacotes variam em função da época, antecedência do agendamento e número de hóspedes por cabine. Crianças contando como terceiras e quartas pessoas têm custo diferenciado, que chega à quase metade dos demais adultos.
A categoria mais barata, Standard Inside Stateroom, acomoda confortavelmente até quatro hóspedes, com o custo a partir de US$ 600 por pessoa em cabine sem varanda, nem janela.
Já a Deluxe Family Oceanview Stateroom with Verandah tem capacidade para até cinco pessoas, a partir de US$ 808 (cada) por pessoa.
Água e fantasia
Manter o navio funcionando para os cerca de 3.500 passageiros, formados principalmente por estadunidenses, canadeneses e latinos, requer 1.458 funcionários, vindos de mais de 60 países.
Manter o navio funcionando para os cerca de 3.500 passageiros, formados principalmente por estadunidenses, canadeneses e latinos, requer 1.458 funcionários, vindos de mais de 60 países.
Segundo a direção, esta é a menor proporção entre tripulação e hóspedes registrada em cruzeiros, o que garante excelência nos serviços de hotelaria, alimentação e, logicamente, na especialidade da casa: entretenimento.
Piscinas e brinquedos aquáticos exploram temáticas da Disney no convés, de onde também se pode assistir a filmes, desenhos e eventos esportivos em um gigantesco telão de LED.
Dos dois toboáguas, o destaque vai para o AquaDuck e seu design em acrílico, todo pensado por por Huguinho, Zezinho e Luizinho para surpreenderem o tio, o pato Donald.
Nele, crianças e adultos em boias duplas podem fazer um passeio de 360º em volta do navio, entre pequenos declives, curvas e túneis. Essa é a melhor forma de admirar o navio e a imensidão de mar azul.
Nessa mistura entre água e o mundo mágico de Walt Disney, encabeçam a lista dos trajes mais usados no navio biquínis, maiôs e fantasias de personagens e princesas. Elsa, de Frozen, é sem dúvida a mais popular do momento, por mais que não apareça nos meetings e greetings e pequenos shows no hall central. Afinal, a princesa vive no Reino de Gelo, que fica muito distante do Caribe.
A brincadeira de se fantasiar fica completa na festa Pirates IN the Caribbean, na qual a turma do Mickey e famílias inteiras entram na onda e se vestem de piratas. Começando com um jantar temático e passando por um musical do capitão Jack Sparrow, a noite termina com uma queima de fogos que representa a batalha de Jack contra inimigos.
Em todas as noites, o Walt Disney Theatre (com capacidade para 1.340 pessoas) é ponto de encontro das famílias, que vão ao delírio com musicais da Broadway, como The Golden Mickeys, espécie de Oscar da animação, Villains Tonight, no qual os vilões são protagonistas, e Disney's Believe, aventura em que tudo é possível, levaram cerca de quatro anos para serem produzidos.
Em um passe de mágica, o teatro vira cinema e exibe filmes inéditos e em cartaz nos Estados Unidos. Em novembro, todas as atenções iam para Operação Big Hero, que vai estrear no Brasil no Natal.
Fonte: Atarde