
A área é administrada por Lauro de Freitas, que recolhe IPTU, mas os moradores descobriram que têm uma dívida também de IPTU junto à Prefeitura de Salvador que soma R$9,5 milhões.
Para tentar resolver a questão os moradores estão se mobilizando, inclusive pelas redes sociais, e convocaram reunião para este sábado (16), às 10h, na sede da Unidunas, na Praia do Flamengo. Representantes das duas prefeituras estão sendo convidados para que expliquem a situação.
As casas do loteamento são registradas no Cartório de Imóveis de Lauro de Freitas e para os Correios também vale o CEP do município. No plano diretor de Lauro de Freitas o Loteamento Marisol aparece como pertencendo ao Município.
Apesar disso e de nada ter sido definido ainda pela AL, onde o processo se arrasta há anos na Comissão de Divisão Territorial, que está sem presidente, a prefeitura de Lauro de Freitas passou a negar licença de construção e habite-se, argumentando que o Marisol pertence a Salvador.
O prefeito de Lauro de Freitas declarou, em entrevista à imprensa, que não vai investir em uma área que ficará para Salvador e que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a prefeitura da capital resolveria o problema. Mas, enquanto o impasse permanece, a comunidade continua pagando IPTU a um município e devendo ao outro.
Área nobre?
Quem tentou saber a situação na prefeitura de Salvador descobriu que o Loteamento Marisol foi lançado como inscrição municipal nº 652.188-6, com 240.764 metros quadros, em nome de Arnaldo Rodrigues da Silveira, constando um débito de R$ 9.555.289,91 - R$9,5 milhões. E, o que é pior, identificada como área nobre.
Revoltados, os moradores questionam: "Que área nobre é essa, sem asfalto em muitas ruas, iluminação precária, coleta de lixo precária, não tem uma praça, a orla abandonada?" Eles lembram que o bairro não foi incluído em nenhum dos projetos de requalificação da orla, apesar da administração anterior de Lauro ter deixado projeto aprovado pela União e verba assegurada.
Para tentar resolver a questão os moradores estão se mobilizando, inclusive pelas redes sociais, e convocaram reunião para este sábado (16), às 10h, na sede da Unidunas, na Praia do Flamengo. Representantes das duas prefeituras estão sendo convidados para que expliquem a situação.
As casas do loteamento são registradas no Cartório de Imóveis de Lauro de Freitas e para os Correios também vale o CEP do município. No plano diretor de Lauro de Freitas o Loteamento Marisol aparece como pertencendo ao Município.
Apesar disso e de nada ter sido definido ainda pela AL, onde o processo se arrasta há anos na Comissão de Divisão Territorial, que está sem presidente, a prefeitura de Lauro de Freitas passou a negar licença de construção e habite-se, argumentando que o Marisol pertence a Salvador.
O prefeito de Lauro de Freitas declarou, em entrevista à imprensa, que não vai investir em uma área que ficará para Salvador e que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a prefeitura da capital resolveria o problema. Mas, enquanto o impasse permanece, a comunidade continua pagando IPTU a um município e devendo ao outro.
Área nobre?
Quem tentou saber a situação na prefeitura de Salvador descobriu que o Loteamento Marisol foi lançado como inscrição municipal nº 652.188-6, com 240.764 metros quadros, em nome de Arnaldo Rodrigues da Silveira, constando um débito de R$ 9.555.289,91 - R$9,5 milhões. E, o que é pior, identificada como área nobre.
Revoltados, os moradores questionam: "Que área nobre é essa, sem asfalto em muitas ruas, iluminação precária, coleta de lixo precária, não tem uma praça, a orla abandonada?" Eles lembram que o bairro não foi incluído em nenhum dos projetos de requalificação da orla, apesar da administração anterior de Lauro ter deixado projeto aprovado pela União e verba assegurada.
Fonte: Bocão News (Miro Psaros)